quarta-feira, 4 de novembro de 2009




In-plosão


Estúpido desejo

De força lancinante,

Raiva desmedida,

Pensamentos errantes...

Arranho então este papel como

Um ser infante.

Súbita impotência, frustração constante.

Controlo minhas idéias, cogito soluções

Antes fosse, outrora...senão...

Lanço-me e mergulho um pouco mais além...

Á tona novamente

Atônito então.

Abafada e despercebida

Apática explosão

Tranquilizo-me de tudo?

Mas é claro que não.

Ressentido, Recomponho a inércia habitual

E o velho discurso do tudo bem, não faz mal!

Almejo...ensejos...

Implodo em fragmentos de ilusão

Penso adiante em rápidos lampejos

Declamo o fim da oração...

Sem sujeitos.



E.J






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2 comentários:

Paulo disse...

CARALHOOOOO bixo, muito bom Eric...
perfeito seu texto, adorei o de verdade!!!

Paulo Dourado disse...

pqp perfeito

 
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